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domingo, 14 de julho de 2013

PROJETO CIÊNCIAS E TECNOLOGIA

O Projeto de Ciências e Tecnologia aconteceu no dia 12 de Novembro como o objetivo de trazer o conhecimento aos nossos alunos e visitantes sobre o nível em que a tecnologia se encontra, quais as vantagens e desvantagens da tecnologia em várias áreas de nosso dia a dia.
Trabalhamos com nossas turmas com os seguintes temas:

1º Ciências e Tecnologia na Esporte e Lazer;  Turma do 6º ano

2º Ciências e Tecnologia  na Comunicação; Turma do 7º ano

3º Ciências e Tecnologia  na Saúde; Turma do 8º ano

4º Ciências e tecnologia na Educação; Turma do 9º ano

5º Ciêsncia e Tecnologia na Indústria; Turma do 1º ano médio

O QUE É LUDICIDADE?

O que é ludicidade?

LUDICIDADE, UMA CONSTATAÇÃO
Texto: Daniela Gomes
Hospitais modernos dispondo de ambientes mais acolhedores e alegres, com brinquedotecas e palhaços integrando mais qualidade no tratamento de pacientes, em que a saúde se comprova cada vez mais presente com o riso, com o bem-estar psicoemocional e social das pessoas. Empresas de ponta desenvolvendo programas de incentivo à criatividade de seus colaboradores, com trabalho cooperativo em ambientes agradáveis e motivadores, estimulando relações interpessoais saudáveis a gerar melhor produtividade com qualidade de vida e trabalho de suas equipes. Escolas e espaços educacionais inovadores com educadores e gestores experimentando e propiciando uma aprendizagem prazerosa e estimulante, em que pesquisa, descoberta e criatividade caminhem juntas, num ambiente instigador. Organizações do terceiro setor investindo em programas de educação não-formal a despertar o espírito lúdico e artístico de jovens e crianças, adultos e terceira idade, como propulsores de atitudes de auto-confiança e aperfeiçoamento pró-ativo dessas pessoas.
Esse é o quadro atual de apenas algumas das áreas em que a ludicidade se mostra cada vez mais presente no desenvolvimento da atividade humana, por sua comprovação científica de que ao estimular o estado lúdico de uma pessoa, essa se torna mais feliz consigo mesma e por isso mais sociável, mais disposta a lidar com desafios e ainda mais criativa em sua atuação cotidiana.


O QUE É LUDICIDADE
Concebemos por ludicidade o potencial inerente ao ser humano de estar entregue ao momento presente de forma integral, conectando e harmonizando pensamento, sentimento e ação. Sua vivência propicia uma experiência que desconhece divisões e assim permite o prazer do processo vivenciado, levando consequentemente a resultados mais amplos e integrados. Na criança, um bom exemplo dessa expressão é quando esta brinca livremente, altamente concentrada no que pensa, sente e faz. Já num adulto, podemos visualizar tal potencial num ato de criação artística ou mesmo numa atuação profissional em que o/a profissional se entregue de ‘corpo e alma’ ao que faz. Assim, todos somos seres lúdicos em essência – da criança ao idoso – podendo exercitar esse estado de ludicidade em nosso cotidiano.
Ao longo de nossa caminhada perdemos, de certa forma, o contato com esse estado essencial e criativo e então atualmente nos voltamos em busca do mesmo. Essa busca fez da ludicidade um campo científico, com autores e pesquisadores oriundos de diversas áreas como filosofia, psicologia, antropologia, educação, saúde, área corporativa, dentre outras. Desde disciplinas em cursos de graduação a pós-doutorados na área, a ciência lúdica vem se intensificando nas últimas décadas e comprovando que podemos avançar enquanto espécie humana ao expressarmos nossa essência lúdica e criativa. Uma prova disso é que se mostra atualmente como uma tendência amplamente reconhecida – o tema foi matéria de capa da edição brasileira da Scientific American – Mente & Cérebro – de janeiro/2011.


O CONTATO COM A LUDICIDADE ESTIMULA O POTENCIAL CRIATIVO
Certamente já nos perguntamos por que quando somos criança em geral nos sentimos muito mais criativos que quando adultos. Pesquisas recentes constatam considerável decréscimo da expressão criativa à medida que vamos amadurecendo. Entendemos criatividade como a habilidade de fazer emergir novas possibilidades diante de situações diferenciadas ou desafiadoras. Howard Gardner, pai da teoria das Inteligências Múltiplas, em suas pesquisas sobre criatividade constatou que grandes gênios criativos da humanidade possuíam um estado lúdico, que chamou de estado de curiosidade pueril, de se fazer questionamentos aparentemente estranhos, como: “Como deve ser viajar à velocidade da luz?”, usando a imaginação. Einstein, por exemplo, se auto-intitulava como a pessoa mais curiosa que ele conhecia. Assim, ludicidade e criatividade andam juntas!


UMA LÓGICA LÚDICO-CRIATIVA É INCLUÍDA HOJE POR GRANDES ORGANIZAÇÕES VISIONÁRIAS
Empresas visionárias de ponta hoje funcionam incluindo uma lógica lúdico-criativa em seu processos. Lembro agora de uma internacionalmente reconhecida empresa de criação em design da Inglaterra, a Wolff Olins, que atua diretamente no ramo da criatividade, e que estimula seus colaboradores a desenvolver hobbies que gostam dentro da própria empresa e assim reforçam o estímulo a seu potencial criativo: um deles fez um teto verde cultivado no terraço da empresa, outro ministrava aulas de arte macial que praticava, 1 vez na semana, para os demais colaboradores, enfim, colaboradores que incorporavam o bem-estar gerado por suas paixões à paixão de continuar criando no trabalho, não havendo assim divisão entre trabalho e ludicidade, entendem? Posso também trazer o exemplo de inúmeras empresas que têm buscado, aqui no Brasil, uma espécie de T&D para seus colaboradores envolvendo processos lúdico-criativos, como a Nestlé, Natura, Wolkswagen, dentre outras, através de sérias empresas especializadas no ramo como a Uno&Verso, de São Paulo. Diante disso, como profissionais podem desenvolver seu potencial lúdico, se integrar a essas empresas visionárias e até mesmo criar novas e também auxiliar tantas outras em transformação, se passam sua vida por sistemas que inibem seu potencial criativo?


O POTENCIAL LÚDICO-CRIATIVO PODE SER DESENVOLVIDO
Huizinga, filósofo autor da obra HOMOLUDENS, afirma que somos seres lúdicos em essência, carregando o jogo em nosso DNA cultural, ao longo da humanidade. Entendemos ludicidade, como também afirmam Luckesi, Maturana, dente outros, como um potencial interno, perceptível quando experimentamos plenitude no que quer que façamos, seja no trabalho, no lazer… Mas se nossa sociedade privilegiou qualidades lógicas e exatas em detrimento das lúdicas-criativas, então agora que voltamos a creditar-lhes sua devida importância ao lado das demais, precisamos de caminhos para desenvolvê-las, certo? É aí que entra uma nova educação, que integre nossas diferentes formas de interação com a realidade. Escolas Inovadoras na atualidade investem no desenvolvimento do potencial lúdico-criativo junto às crianças. Mas e o adulto? Será que temos universitários, técnicos e demais profissionais acessando esse desenvolvimento?


A TRANSLUDUS
Assim, nós da Transludus acreditamos no poder do potencial lúdico-criativo humano e o quanto este é capaz de trazer mais vitalidade, bem-estar e soluções sociais mais sustentáveis, orgânicas, plenas de harmonia e alegria de viver! Atuamos com essa esperança, utopia e engajamento, co-atuantes por co-construirmos realidades inovadoras na vida, no trabalho, nas relações.


RELATÓRIO DE PRÁTICA PEDAGÓGICA II

Faculdade Educacional da Lapa – FAEL


Curso Licenciatura em Pedagogia – EAD



Pesquisa na Prática Pedagógica II


Acadêmicos – Áurea Silva Neves
                        Joilda Pereira dos Santos
                        Helane Constantina de Andrade
                        Roberta Pinto Menezes de Menezes
                        Rosa Constantina de Andrade
             



















  







             Simões Filho - Bahia
             2009 – 2º período







Faculdade Educacional da Lapa – FAEL


Curso de Licenciatura em Pedagogia – EAD


Pesquisa na Prática Pedagógica II


Acadêmicos – Áurea Silva Neves
                        Joilda Pereira dos Santos
                        Helane Constantina de Andrade
                        Roberta Pinto Menezes de Menezes
                        Rosa Constantina de Andrade


                        Relatório


                    Avaliação parcial da disciplina Pesquisa na Prática Pedagógica II
                       Mapeamento Escolar sob orientação das professoras Ana Cristina
                       Gipiela Pienta e Maristela Cristina Metz.
  




















Simões Filho – Bahia
2009 – 2º período


                                           
                                                 Sumário



Introdução............................................................................................ 4

Desenvolvimento.................................................................................. 5

Considerações Finais............................................................................8

Referências Bibliográficas...................................................................9










































                                                  Introdução


  O objetivo de mapear as instituições escolares é para que tenhamos conhecimentos do funcionamento da estrutura escolar, saber como funciona todo o processo da Educação Infantil e a Educação do Ensino Fundamental.

  Segundo a LDB, artigo 29. A Educação Infantil è a primeira etapa da Educação Básica, tem como finalidade o desenvolvimento integral da criança até os seis anos de idade, em seus aspectos físico, psicológico, intelectual e social, complementando a ação da família e da comunidade.

 O Artigo 32, da LDB 9394/96: O Ensino Fundamental com duração mínima de oito anos, obrigatório para todas as crianças na faixa etária entre sete e 14 anos e jornada escolar anual de 800 horas-aula distribuídas em 200 dias letivos.

 A meta de cada escola de Ensino Fundamental é fornecer ao aluno acesso á base comum nacional e a parte diversificada, o que inclui as características regionais da sociedade, da cultura, da economia e cotidiano do aluno.

 A Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB 9394/96), em seu artigo 37: A Educação de Jovens e Adultos (EJA) é uma modalidade de ensino, que perpassa todos os níveis da Educação Básica do país. Essa modalidade é destinada a jovens e adultos que não deram continuidade em seus estudos e para aqueles que não tiveram o acesso ao Ensino Fundamental e, ou Ensino Médio na idade apropriada.

 O mapeamento escolar foi realizado no Colégio Maria José (CEMAJ), instituição particular, com um total de 500 alunos, atuando desde o Ensino Infantil até o 9º ano, no turno matutino e vespertino. Tem como diretora da instituição escolar a senhora Eremita Batista Brandão. O Colégio Maria José (CEMAJ) está situado na Travessa Doutora Delma Gama, N° 06, no bairro Major Tapioca, região metropolitana de Salvador, no município de Simões Filho - Bahia.


















                                      Mapeamento Escolar


  Conforme a observação do estágio sobre o mapeamento escolar, que foi realizado a partir do dia 16 de Novembro de 2009, até o dia 27 de Novembro do mesmo ano, no Colégio Maria José (CEMAJ), situada no seguinte endereço: Travessa Doutora Delma Gama, nº. 06, no Bairro Major Tapioca, Simões Filho, região metropolitana de Salvador.

Realizou-se esse trabalho através de pesquisas bibliográficas, conversas informais e observações feitas durante o estágio da Disciplina de Prática Pedagógica II, sobre o Mapeamento Escolar daquela instituição.

 O CEMAJ, por está localizado em uma região industrial, chega a ser difícil caracterizar a classe sócio-econômica dos alunos daquela instituição escolar, já que, estudam lá filhos de operários, filhos de autoridades do município e etc.

 O Colégio Maria José está atuando a 26 anos no município, sempre comprometido, na formação de crianças e adolescentes, em indivíduos éticos e humanistas, críticos, progressivamente autônomos e cidadãos, mantendo os cursos do Ensino Infantil e Ensino Fundamental, do 1º ao 9º ano, tendo como Diretora atual Eremita Batista Brandão, nos turno matutino e vespertino.

 A estrutura física do Colégio Maria José, encontra-se em muito bom estado, e bem distribuído, os espaços físicos, o colégio é composto por 28 salas de aula com uma estrutura de 1º e 2º andar, as salas são bem arejadas e claras, uma biblioteca, um laboratório de informática, uma cantina, oito banheiros, uma sala para os professores, uma sala da coordenação pedagógica, uma secretaria, uma quadra coberta para realização de eventos, uma quadra poli esportiva e um pátio na entrada do colégio. Ainda o colégio tem em vista novas construções de salas aula, banheiros e etc.

  Entre o nosso grupo, foram unânimes as opiniões, quanto à importância do papel do Pedagogo na escola, pois os mesmos contribuem para a qualidade do ensino na formação da aprendizagem necessária para a transformação social dos indivíduos daquela instituição escolar.
 Segundo Libâneo: “Pedagogo é o profissional que atua em várias instâncias da prática educativa, direta ou indiretamente ligados à organização e aos processos de transmissão e assimilação ativa de saberes e modos de ação, tendo em vista objetiva de formação histórica. Em outras palavras, pedagogo é um profissional que lida com fatos, estruturas, contextos, situações, referentes à prática educativa em suas várias modalidades e manifestações”.
“A atuação do pedagogo escolar é imprescindível na ajuda aos professores no aprimoramento do seu desempenho na sala de aula (conteúdos, métodos, técnicas, formas de organização da classe), na análise e compreensão das situações de ensino com base nos conhecimentos teóricos, ou seja, na vinculação entre as áreas do conhecimento pedagógico e o trabalho de sala de aula” (Libâneo, 1996).
  Então podemos perceber que o trabalho do pedagogo no âmbito escolar é de vital importância, pois os mesmos atuam em várias instâncias da prática educativa atuando nas escolas como professores, gestores, coordenadores pedagógicos, pesquisadores, formadores e etc. Assim os mesmos fazem com que a instituição escolar tenha Organização e um bom Planejamento.
 Segundo Libâneo: A escola é, também, um mundo social, que tem suas características de vida própria, seu ritmo e seus ritos, sua linguagem, seu imaginário, seus modos próprios de regulação e de transgressão, seu regime próprio de produção e de gestão de símbolos.
“A partir da interação entre diretores, coordenadores pedagógicos, professores, funcionários e alunos, a escola vai adquirindo na vivência do dia-a-dia traço culturais próprios, vai formando crenças, valores, significados, modo de agir e práticas”. (Libâneo, 1989)
  De acordo com a proposta da instituição observada, quanto à organização e planejamento o objetivo maior é educar para a vida, visando a sua formação integral e direcionada para o exercício pleno da cidadania, buscando sua valorização e assegurando os direitos e deveres educacionais oferecidos pela constituição brasileira. Ainda tendo como objetivo tomar o Colégio Maria José como referência para o município, utilizando-se de uma concepção Progressista, respeitando sempre os alunos, pais e comunidade, proporcionando ensino de qualidade para os alunos.
 Quanto à organização e funcionamento do CEMAJ, podemos concluir que o colégio conta com uma equipe de funcionários muito bem capacitada, tanto na equipe docente, quanto os funcionários que prestam serviços. A equipe docente é composta por uma diretora, 30 professores, dois coordenadores pedagógicos, oito assistentes de sala. E no quadro de funcionários que prestam serviços no Colégio Maria José, é composta por dois seguranças, seis assistentes da limpeza e duas merendeiras.
 O horário de funcionamento da instituição observada, no turno matutino: 07h30min às 11h40min Maternal à Alfabetização Ensino Infantil. Das 07h30min às 12h00min 1º ao 9º Ano do Ensino Fundamental. No turno vespertino: 13h10min às 16h50min Maternal à Alfabetização Ensino Infantil. Das 13h10min às 17h20min 1º à 4º série do Ensino Fundamental. Dando um prazo de tolerância de no máximo, 15 minutos no horário para a entrada do aluno no Colégio, os atrasos ou falta são justificados pelos pais ou responsável.
Quanto ao Planejamento Escolar do CEMAJ, que é a etapa mais importante do projeto pedagógico, onde são traçados metas e estratégias que são ajustadas às características e necessidades dos alunos. São feitos encontros com os professores e coordenadores para o planejamento do Colégio, onde planejam qual o objetivo educacional daquela instituição, são feitos também os planejamentos de ensino que definem metodologias do período letivo e o planejamento das aulas, que são feitos diariamente com previsões para cada série.
Segundo “Paulo Freire:” Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar possibilidades para a sua produção ou construção. “Quem ensina, aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender”.
O Sistema de Avaliação do CEMAJ são da seguinte forma:
1.      Avaliação Qualitativa- é a avaliação registrada no diário de classe de cada professor sob a forma de nota.


No final de cada unidade há conselho de classe para analisar os aspectos qualitativos (Responsabilidade, Disciplina, Participação e Pontualidade) e do consenso saíra à nota do aluno registrada no boletim.
2.      Avaliação Quantitativa- é a avaliação do aproveitamento que será expressa através de uma escala numérica de (zero) á 10 (dez), considerando aprovado quanto ao aproveitamento do aluno que, ao total de 24 (vinte e quatro) pontos ou mais, o que equivale a ter uma média das unidades (MU) igual ou superior a 6,0 (seis), em cada disciplina área de estudo ou atividade.
Quanto à função social da escola vai além de conhecimento de matérias, mas sim de preparar indivíduos conscientes de seus direitos e deveres perante a sociedade.
 Segundo Paulo Freire: É necessário que a escola propicie o domínio dos conteúdos culturais básicos, da leitura e da escrita, das ciências, das artes, das letras. Sem estas aprendizagens, dificilmente ele poderá exercer seus direitos de cidadania. A escola, portanto, tem o compromisso social de ir além de simples transmissão do conhecimento sistematizado, preocupando-se em dotar o aluno da capacidade de buscar informações segundo as exigências de seu campo profissional ou de acordo com as necessidades de desenvolvimento individual e social”. (Paulo Freire)
O colégio Maria José (CEMAJ) tem um grande papel social para com a comunidade do Bairro Major Tapioca, pois o mesmo não é visto somente como uma instituição educacional mais sim como um espaço para eventos sociais, como: recepções de casamentos, formaturas e aniversários também para eventos religiosos como: missas, acampamentos evangélicos e cultos. Sem fins lucrativos. O único compromisso é o cuidado que a comunidade exerça sobre a instituição escolar. É importante salientar o interesse do CEMAJ pelos menos favorecidos da comunidade promovendo eventos com a finalidade de ajudar os menos afortunados. Propiciando assim, o desenvolvimento dos alunos como: indivíduos solidários e preocupados com o bem estar do próximo.
 





 





Considerações Finais

Este estágio de observação, tendo em vista mapear um ambiente escolar, contribuiu para adquirir experiência para nossa prática docente. A escola é um dos sistemas nacionais que integram para formar a sociedade, ela propaga o ensino dependendo da sua época histórica.

E o professor sendo o mediador da aprendizagem, utiliza a didática de acordo com suas idéias e com sua concepção de ensino adotada.

A experiência de mapear um local nos leva a refletir sobre o papel social de observação que o docente tem nas mãos. Esse exercício esta vinculada ás concepções que o profissional acredita.

A relação entre educando e educador é indispensável na medida em que exista um ambiente acolhedor, um profissional atento, observador e interessado em seu trabalho.

Vivenciar as pratica pedagógica dos cursos da Educação Infantil e Ensino Fundamental fez com que nós observadores adquiríssemos conhecimento do âmbito escolar o qual é de vital importância para nós acadêmicos e aprendizes futuros pedagogos.





























     Referências


Freire, Paulo – A função Social da Escola, (guia da Escola), 2002

Libâneo, J C – Didática, Velhos e Novos Tempos, (1989)

Libâneo, JC – Pedagogia e Pedagogos, Para que? (1996)













SUGESTÕES PARA CRIAR RELATÓRIOS PEDAGÓGICOS


domingo, 25 de novembro de 2012

PROJETO SALVADOR

EXCURSÃO À SALVADOR

Foram contemplador alunos do 1º ano do Ensino Fundamental I  aos alunos do 1º ano do Ensino Médio. Foram feitas várias bordagens e interferências em sala de aula sobre a cidade de Salvador, sua história, sua área geográfica, seus autores, artistas, cultura, povo, língua, etnia, área turística, filmes e teatros. Nossos alunos tiveram a oportunidade de conhecer a casa de Jorge Amado, a primeira Faculdade de Medicina do País, a prefeitura, a história sobre a praça da Cruz Caída, o Mercado Modelo e suas aventuras e vários outros lugares. Foi uma experiência prazerosa. Veja abaixo:







































PROJETO FOLCLORE 2012

O Projeto Folclore contemplou alunos da Educação Infantil ao 1º ano do Ensino Médio. 
Cada turma ficou com uma região específica para apresentar sobre: sua cultura, comida típica, danças, vestuário, economia, história, geografia, linguagem e muito mais. Foram apresentações que realmente surpreenderam os espectadores.